Congresos de GKA, [GKA EDU 2020] Congreso Internacional de Educación y Aprendizaje

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FLEXIBILIZAÇÃO NO ENSINO REMOTO
LUCIANE PORTO FRAZÃO DE SOUSA

Última modificación: 2020-08-11

Resumen


Flexibilização no ensino remoto envolve a construção de conceitos e estratégias num reordenamento educacional a partir da situação de uma pandemia, da necessidade de distanciamento social e da atenção às necessidades particulares que os alunos possam apresentar ao se encontrarem “estudando” em casa. Num primeiro momento, a tecnologia entendida pelo uso de computadores, tablets e afins pareceu ser a ferramenta que poderia equacionar as dimensões do intitulado ensino remoto. Após a identificação de diferentes barreiras encontradas neste processo _ falta dos recursos tecnológicos, falta de acesso à internet, falta de orientações pedagógicas específicas para o contexto _, inúmeros profissionais e responsáveis iniciaram diálogo sobre como eliminar ou minimizar tais barreiras. Em se tratando do público de alunos com deficiência e/ou necessidades educacionais especiais, algumas barreiras se apresentam mais contundentes por tratarmos de uma atenção educacional especializada que não se limita ao uso de recursos tecnológicos; mas, envolve a mediação escolar num ambiente extra escola. Nesse contexto, o chamado ensino remoto necessitou ser repensado num formato flexibilizado.

No meu entender, a construção das estratégias pedagógicas para um ensino remoto envolve: (1) é preciso fazer o PET (Plano Educacional por Tutoria), que se torna mais fácil se já foi feito o PEI (Plano Educacional Individualizado); (2) o PET está fundamentado na identificação das redes educativas (como chegamos a falar aqui), o currículo funcional (com base em competências e habilidades, NÃO em conteúdo escolar), estruturação de rotina (situações de aprendizagem) e a tutoria (orientações aos responsáveis).